segunda-feira, 31 de março de 2008

ressaca

Apesar de não ter bebido nada, para além do habitual sumo de laranja, na quinta-feira, 27 de Março, acordei bem ressacada da noite anterior.

Para começar em grande: dor de cabeça, herpes labial e cansaço...

Mas como é óbvio, o dia fez-se:
Acordei antes das oito, mais uma vez, tive a ler os mails e depois de alguma persistência consegui dormir mais um bocado, mas, esqueci-me do despertador.

Acordei depois às 9h27, tomei banho, não tomei pequeno almoço, fui a correr para o autocarro e consegui chegar às aulas a tempo, porque nunca temos sala para esta aula e então ainda começou depois de eu lá chegar.
Filosofia... o costume... textos estranhos, em inglês, reflexões e discussões onde só participa o professor, uma mudança de sala, algumas alterações ao calendário... coisas!

Depois fui à Student Agency, mais uma vez, para comprar o bilhete para a Celia ir para Paris... ela estava na Turquia e era o último dia com desconto, então, tive de ir eu.

Vim para casa, chamei a Riet e comemos o resto dos ovos com linguiça e com queijo... tal como é costume, no segundo dia sabe sempre melhor.

De seguida apanhámos os vários autocarros que nos levam ao nosso jardim de infância.
Aí assistimos a uma aula de inglês, com os miúdos ao rubro... quem é que os parava??
O mais engraçado é que eles andam todos só de colans mágicos, parecem Peter Pans


Depois da aula vim para casadormir, acho eu... já não me lembro bem, mas sei que era isso que mais queria fazer nesse dia.

Haa.... também estive a fazer a mala para a Tia Luísa e o Tio Jorge levarem... ficou um bocado pesada de mais... mesmo muito! Desculpem e Obrigado!

ovos com linguiça para (quase) toda a gente!

Na quarta-feira passada, dia 26 de Março, foi um dia um pouco intenso e, como tal, cansativo.

Logo pela manhã tivemos a aula de Didáctica de Inglês, que mais uma vez foi bastante interessante, pois a teoria é fixe e a aula é em inglês. Durante a aula, mais algumas pessoas fizeram apresentações, o que significa que fizemos alguns jogos.

Entre esta aula e a aula do Einstein, fomos até à da sra. Petra, que nos deu umas notitas... é uma ajuda da Universidade de cá para pagarmos o dormitório. Muito Obrigado!

O Einstein teve a entreter-nos com as suas experiências mágicas.



Pela cara da Riet dá para perceber que, apesar das experiências até serem engraçadas, a aula não deixa de ser um bocado secante.



Segui depois para a agência de viagens onde fui levantar o meu bilhete de avião, comprado na net, por menos 40€ que na agência :P

Depois fui comer "esparguete à bolonhesa" na cantina e segui para a aula de drama... que, continua a ser um drama. Para além disso duas novidades: na próxima semana não há aula e na aula seguinte vou ter de apresentar o meu projecto.
Não sei muito bem o que eles entendem por projecto e irei apenas traduzir uma planificação de expressão dramática que tenho - a do elástico.
Para poder fazer esta planificação com o pessoal da turma preciso de uns elásticos que pedi à minha mãe para mandar pela tia Luísa, mas, não sei por que motivo, só veio um elástico, quando eu preciso de pelo menos 15! Oki... correios existem!

A aula de checo foi o costume... com o professor a conseguir escolher sempre a parte pior de cada matéria possível. No final vimos um filme sobre Hradec Králové, em checo, claro.

Regressei a casa para prepara as coisas para o jantar de 12 pessoas que iria ter aqui no D2.
Comecei por passar alguma roupa, arrumá-la, dar uma varridela no chão, orientar espaço e cadeiras no e comecei a cortar a linguiça. A linguiça foi um dos principais motivos para vir cá gente, pois eu tenho mesmo que comer/dar a comer as linguiças porque já se estragaram duas... penso que já não preciso de mais!

Por volta das 20h, tal como combinado, o pessoal começou a aparecer para jantar e eu terminei os ovos com linguiças e ovos com queijo e sentei-me com elas a comer... pela primeira sobrou (não sei se porque estava mau ou porque consegui fazer suficiente).
A variante ovos com queijo foi para as turcas, pois não comem porco e na etiqueta das linguiças diz Porco Preto.
Acho que o pessoal gostou, pelo menos foi o que disseram.
Não tenho fotos porque foi tudo um bocado atarefante e não me lembrei desse pormenor.

No final, arrumei tudo e lavei a louça, apesar de estar estafadíssima!

sexta-feira, 28 de março de 2008

visita à galeria

Nos últimos dias não se passou nada de especial, e na terça-feira também não.

De manhã, não tive a aula de educação técnica e tive a ver dos preços de aviões e autocarros.

Às duas encontrei-me com as babes, Bibi, Sneji and Noora, e fomos comprar os nossos bilhetes de autocarro para Berlim (29€ ida e volta)
Fui também investigar nas agências com descontos para estudantes, se tinham voos mais baratos que na net, mas não.

Depois fui até à galeria de arte, onde estava o professor de pintura, a tradutora Jansa e a Riet.
Passámos algum tempo na galeria, com o professor a explicar algumas coisas sobre os quadros expostos e depois despediu-se, pois foi a última aula de pintura, o que quer dizer que tenho as tardes livres à terça.

Depois da aula voltei para casa e tive a verificar os preços dos aviões na net, onde descobri que se comprasse na net e fosse buscar à agência pagava menos 40€ que se comprasse na agência. Decidi então encomendar, espero que o raio do papel sirva para levantar vôo.

trip to Ostrava e Ruznov

bem, mais uma vez, o meu pedido de desculpas pelo atraso das actualizações, mas não tem sido fácil arranjar tempo e muita vontade de escrever. Mas, depois de algum descanso e de alguns trabalhos da escola adiantados, aqui estou eu mais uma vez, para vos contar as minhas peripécias por terras checas.

A partida para Ostrava foi bem cedo no sábado, 22 de Março.
Fizemos o nosso percurso normal até à estação de comboio e depois até Pardubice, onde mudámos de comboio para uma viagem de 3 horas até Ostrava, mas sem lugar...
eu consegui sentar-me no único lugar que havia, para uma pequena sesta, mas depois dei o meu lugar a outra pessoa, por sinal, o Alexandre, o Tuga de Pilsen.


Chegados a Ostrava fomos recebidos por alguns dos representantes dos Buddy Sistem de Ostrava, onde se encontrava o Vitor, um Alentejano do Porto...
Guiaram-nos até aos pontos principais da cidade que foram, apenas, uma torre e uma praça, o que quer dizer que esta cidade é muito fraquinha.
Na torre podíamos por uma bbandeira do nosso país, eu fiz o possível para ser perto de Lavre.




Depois fomos almoçar, onde pela primeira vez, alguma coisa soube quase à comida portuguesa. Era porco com um refugado de cebola que não era bem igual ao nosso, mas já ajudava. De qualquer modo, nunca tinha comido porco assim, acho eu!


Depois do almoço, fomos até um espaço onde têm aqueles monumentos em miniatura e onde se podem tirar algumas fotos diferentes. Sinceramente, eu prefiro ver as coisas reais e, felizmente, já vi algumas.
Entre os vários monumentos havia linhas de comboio e comboios sempre a andar. Acho que o Jaime ia adorar correr atrás dos comboios e espreitá-los nos túneis.




No final, não havia muito mais para ver nesta bela cidade, onde me parece que só viemos por causa de uma dita rua famosa, cheia de bares, onde as pessoas têm um mau aspecto acima do normal, assim como todas as pessoas daquela zona.
Fomos então comprar alguma comida e dirigímo-nos ao hostel, para descansar, tomar banho, jantar e antar... a reunião para o jantar voltou a ser no nosso quarto.


Depois do jantar, o encontro à entrada do hostel, para seguirmos para a famosa rua dos bares onde começámos por assistir a uma sessão de pancadaria.


Na manhã seguinte, fomos para as minas de carvão.
Este foi um sítio um pouco mais interessante, onde tivemos direito (pagámos) a um guia que falava inglês, andámos dentro das minhas, experimentámos o equipamento dos homens e até andámos numa pista de salvamento em caso de acidente...




Seguimos depois para uma cidade perto de Ruznov, onde ficámos instalados num Hostel não do este, mas do Faroeste... as pessoas assustavam mais que eu.


Fomos jantar a um sítio bastante fixe, tendo em conta o ambiente desta zona. Aqui comi um queijo frito enquanto falava com o Rui e o Peter, porque em toda a viagem foi o único sítio onde arranjei net.


Voltámos depois ao hostel, onde fiquei com a Riet, a Bibi e a Sneji. As duas primeiras começaram a contar uma história, sobre uma dita galinha roxa, que era suposto nós continuarmos, mas, como é normal, quando chegou a minha vez, eu já não conseguía falar.

Na segunda-feira de Páscoa, 24 de Março, acordámos e começámos por nos aperceber que... estava a nevar. Este foi um factor interessante para alegrar o dia, porque as guerras foram constantes.


Depois despedi-mo-nos da Caroline, a namorada do Mat, que ao contrário de outros namorados e amigos veio cá nesta pausa... (eu sei que não é fácil, só gostava que cá tivessem mais vezes).


Apanhámos o comboio para Ruznov, o local onde iríamos ver um museu ao ar livre e onde estava instalada mais uma feira da Páscoa, recheada de Brambrakys com óleo e chocolates quentes só de água :P


Como o frio apertava e ainda faltavam umas horitas para o comboio decidimos infiltrar-mo-nos num restaurante, onde podíamos estar bem mais quentinhos.
Fomos pedindo chás e sopas e mantive-mo-nos na mesa durante mais de uma hora, com pessoas a ir embora porque não tinham lugar. Como já sei o que significa as pessoas irem embora até me estava a custar estar ali, mas era o único sítio onde estava quente. Tenho a certeza que havia uma pessoa que ficava zangada se alguém fizesse isto.


No mesmo restaurante, mas no edifício ao lado, estava o resto do pessoal, a fazer uma grande festa, sem nós nos apercebermos. Só sabemos que o Odjucko bebeu uns chopitos a mais e foi bastante turbulento na viagem de regresso.

A viagem foi bem grande, aproximadamente 4h, e apesar de termos os lugares reservados, não foi fácil conseguirmos sentar-nos, por exemplo, na nossa cabine éramos 8 em vez de 6.
Neste trajecto, como estava com alguns espanhóis, deu para falar um pouco Portugnol e para cantar umas músicas do Quim Barreiros, que os rapazes conheciam.


Mais tarde, por volta das 22h de segunda-feira de Páscoa, um dos meus dias preferidos, em vez de estar a regressar a casa do Vale Felez (ou lá onde é isso agora), estava a regressar de uma cidade muito estranha, a este espaço que por agora está ocupado por mim.

sábado, 22 de março de 2008

erasmus de Pilsen

Hoje, mais uma vez, como quando não tenho nada para fazer, acordei ainda antes das 8h. Insiti um bocadinho e ainda dormi mais uma horinha.

Fiquei a anhar, a ver as notícias, a ver o mail e a verificar e tentar arranjar viagens para poder passar por Frankfurt, Colónia, Bruxelas e Lisboa e... cheguei à conclusão que é quase impossível. O que significa que vou ter de arranjar outra maneira de ir à Alemanha e, o mais importante, voltar para casa.

O almoço de hoje, foi com os Erasmus que estão em Pilsen e que nos vieram visitar.



Depois disso, passámos no Tesco, onde aproveitei para trocar o dinheiro que me tinha sobrado da viaem. No Tesco acompanhei a Bibi nas suas compras e achei uma promoção de Cheerios, pague 2 leve 3, e foi o que fiz. Acho que tenho cereais pelo menos até a meio de Abril.

À noite, juntámo-nos todos, Erasmus de Hradec e Erasmus de Pilsen, no bar do dormitório para uma noite bem passada...


onde não faltou uma festa de anos... do Jose, espanhol.


Agora vou xonar, porque amanhã tenho de acordar cedo, pois às 7h40, partimos para Ostrava, onde iremos passar a Páscoa todos juntos (não é a mesma coisa, mas anto!)

neve...

Ontem, mais uma vez, acordei cedo e... estava a nevar! Tudo estava branco!


Fomos para a aula, com uma duração de cerca de meia hora, falar um bocadinho acerca da educação na Bélgica e sobre as nossas aulas no geral.
Depois da aula, aproveitámos para apreciar e ver a consistência desta neve.


Depois disso fui à Student Agency para perguntar e confirmar os autocarros para as supostas próximas viagens.

Quando cheguei, tinha mais uma embalagem do correio. Era da mãe do Rui e continha uma foto das senhoras de Lavre a prepararem as flores para a festa, uma mensagem de parabéns, um desenho do Francisco e um pacote de ovinhos da Milka.
MUITO OBRIGADO!


Depois de saborear este presente, fiz uma sopa, almocei e decidi estacionar um bocado... e aproveitei, como é óbvio para actualizar o blog.

Mais tarde, para o jantar, fui até ao apartamento da Bibi, da Sneji e da Gözde. Havia comida checa e comida bulgara, assim como a minha bela sopa internacional.


Durante o jantar, trasmiti à Bibi a ideia que tinha tido durante a manhã e que ela aceitou muito bem... informámos mais umas pessoas e... uma hora depois da combinada para ir ao café, dirigimo-nos ao exterio, devidamente equipadas para... uma guerra de bolas de neve!


Parece que é importante azermos um anjinho e eu, fiz o meu primeiro anjo:


Depois disto, regressei à minha cama, para a minha primeira noite sozinha, já que a Sanrdra e a Zuzka não estão cá, foram passar a Páscoa a casa.

quinta-feira, 20 de março de 2008

apresentação de Portugal

Ontem foi o dia do Pai e eu estava longe do meu e aqui ninguém festeja o dia... é estranho e eu tenho saudades. De qualquer modo, espero que ele tenha tido um grande dia... Peter, portaste-te bem?

Bem, eu acordei cedo, para ir às aulas e estava tudo branco por aqui.


Primeiro, Didáctica do Inglês: tivemos uma boa parte de teoria e depois fizemos alguns jogos. Um dos jogos é aquele que saiu nos iogurtes aí de Portugal, de fazer os pares e que eu jogo com a Nês e a Titis.

A aula seguinte foi ciências ou World Around Us, durante a qual fizemos mais algumas experiências, desta vez, para explorar a densidade dos materiais e a flutuação.



De seguida, eu e a Gözde fomos para a/o New Building para a aula seguinte. No caminho, aproveitei para tirar umas fotos na neve!



Antes da aula, ainda tive tempo para comer uma sopa de batata e carne.


A aula seguinte foi drama... tivemos as nossas tradutoras de serviço, que mais uma vez fizeram um excelente trabalho, no entanto, a aula foi um bocado chata porque, apesar de elas traduzirem, nós nunca percebemos as piadas, quando fazemos os jogos só podemos falar com algumas e ficamos um bocado de lado... o que é muito chato!

Depois foi a aula de Checo. Tivemos a aprender a fazer o passado dos verbos, o que é uma coisa muito útil quando nem sequer sabemos o que os ditos verbos querem dizer.

Voltei para casa, para preparar as coisas para a apresentação de Portugal: cortei linguiça, vesti a minha camisola da selecção e estive a estudar um bocadinho.

Segui depois para a escola, com a Noora, para que lá pudéssemos preparar melhor as coisas.

A Noora foi a primeira a apresentar e levou uns doces e uma vodka preta da Finlândia, com um sabor bastante bom, que eu bebi, em número não adequado, para relaxar para a minha apresentação.

A nossa apresentação foi mais ou menos estranha... o nosso inglês é MAU e então tivemos de improvisar um bocado. Como é óbvio, mostrei as algumas coisas de Portugal e as melhores Lavre: a Banda, o Lavrense, o Maçã, o Monte Selvagem e a paisagem.




No fim da apresentação bebemos mais umas vodkas da Noora, o que provocou algumas ondas.


Então, assim que cheguei, resolvi dormir... para acalmar o mar!

regresso às aulas

Quando cheguei a casa, tinha mais uma encomenda vinda de Lavre City! Um pão e mais uma carrada de linguiças. Como é óbvio o pão estava intragável, até porque chegou um dia depois de eu abalar, ou seja, o pão tinha uma semana e um dia!
De qualquer modo, obrigado Pai! Agora tenho um biblõ na cozinha!



Depois de ver este novo presente decidi ir dormir um pouco, já que a noite não foi para descanso.

Mas, passado pouco mais de uma hora acordei!
Tomei um banho e o pequeno almoço para começar, novamente, o dia, como um dia normal.

Fui então para a aula de educação técnica, onde estivemos a pintar um tee-shirt.
A minha aptidão normal para trabalhos veio a cima e a falta de paciência para trabalhos muito pormenorizados também, o que originou um camisola com contornos um pouco grossos de mais.


Agora tenho uma tee-shirt nova!

De seguida vim para casa, estive a arrumar as mochilas e a meter a roupa toda a lavar.
Descobri que numa das máquinas, a C2, é possível fazer duas máquinas de roupa em 3 horas, o que significa que só tenho de pagar uma vez para lavar as duas máquinas.

Por volta das 15h, fui para a aula de pintura, onde o pessoal já estava a fazer o novo trabalho, qualquer coisa parecida a marmorização, mas um bocadinho diferente. Foi também isso que fiz!



Voltei depois para casa, estive a terminar a apresentação de Portugal e estive a falar com o pessoal daí. Comi apenas uns cereais, porque nem sequer me apetecia comer.

Mais tarde sei que falei com o meu pai, mas tava mesmo com muito sono... não sei muito bem o que disse!

trip to bbv - o regresso

Aqui fica todo o percurso que era suposto fazermos nesta última etapa da nossa trip... mais tarde verão os desenvolvimentos.


Às 17h do dia 17, dirigi-mo-nos à estação de metro mais próxima e seguimos para a estação de autocarros.
Mais uma vez, ninguém sabia qual era o nosso autocarro. Procurámos em todo o lado e nada.
Decidimos então telefonar à Student Agency que, mais ou menos, nos explicou onde o autocarro iria parar. De qualquer modo, não conseguíamos encontrar a paragem, porque o autocarro ainda não estava lá.
Encontrámos então duas raparigas espanholas a quem perguntei se estavam a viajar com a Student Agency. Elas responderam afirmativamente e então explicámos o nosso problema, que, por acaso era o mesmo. Elas ligaram a uma amiga que tinha feito a mesma viagem a semana passada e essa indicou-lhes onde era a paragem.
Passada uma hora, o autocarro chegou e lá fomos até Brno.


Em Brno tínhamos de esperar 4 horas, até à hora do comboio para Hradec Králové, às 00h38.
Decidimos procurar um sítio para comer qualquer coisa e, logo em frente, estava o KFC. Para além de comida o KFC tinha internet e sítio para carregar o telemóvel.
Com essa internet recebi muitas mensagens de parabéns, sendo um pouco difícil responder a todos, no pouco tempo de bateria que tinha. Sim, porque os senhores carregaram-me o telemóvel, mas não tinham um sítio para carregar o pc. Vá lá, vá lá!
Eu, a Noora e a Sandra ficámos no KFC até à hora de fecho, 24h, e depois fomos em busca da entrada para a plataforma do comboio. O Ozzy preferiu ir para os bares e depois não conseguía ir ter connosco :D

Já na estação, encontrámos um espaço bem quentinho e seguro onde podíamos esperar. Aí um rapaz disse-nos logo que o comboio estava atrasado 40m.

Depois de, pelo menos 30 minutos de atraso, o comboio chegou, instalá-mo-nos e um senhor foi dizer que o comboio estava avariado e não andava. Eu não me preocupei nada, até porque já estava instalada no meu saco de cama, no chão da cabine de comboio. O rapaz ficou a nossa cabine, supostamente para nos ajudar.

Quando acordei estávamos parados. Só ouvi uns a dizer para os outros: Onde estamos? Será Pardubice?
Pardubice era a estação onde tínhamos de sair para esperar mais duas horas pelo comboio que nos traria a Hradec.

O comboio começou a andar e... vimos uma placa a dizer: Pardubice!
Era lá, mas nenhum de nós foi capaz de se levantar e ir ver à janela e o rapaz checo, que era suposto ajudar-nos, só dizia que não sabia. Próxima paragem, só em Praga.



Assim que nos apercebemos do nosso pequeno erro, chegou a senhora dos bilhetes que nos explicou o que teríamos de fazer em Praga e que não nos cobrou bilhete.


Fomos então até Praga e lá apanhámos um outro comboio para voltar para trás.


Chegados a Pardubice, fomos ver qual seria o próximo comboio para Hradec e foi nesse que fomos... mas, foi um bocado chato, porque este é o comboio que para em todas as terriolas.


Por volta das 7h15, chegámos a Hradec e apanhámos o autocarro para Palachova.
CHEGÁMOS!