quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

aniversário do Pai

dúvidas e mais dúvidas... nunca se sabe quatos anos faz o meu pai!

Nós sabemos que nasceu em 1954 logo, este ano, fez 54. No entanto, as dúvidas têm uma razão para existir: aqui há coisa de dois anos, quando tinha 52, estava de conversa com alguém a dizer que tinha 51 anos. E teimava naquela conversa, 51 para aqui, 51 para ali. Eu metia-me a fazer contas e aquilo não colava. Tive de lhe perguntar e ele lá chegou à triste conclusão de que já tinha 52. Mas esta dúvida ficou eternamente no ar e por isso nunca ninguém sabe.

Ora... o dia começou bem. A tia Luisa e a Nês fizeram um bolo e cantámos os parabéns logo pela manhã. Eles deram-lhe um postal com uma foto de cada um e com um desenho da Nês e uns rabiscos do Jaime.

Na hora de almoço a família Fascina juntou-se no Maçã, porque a Tia Alice também fez anos. Também na hora de almoço o aniversariante deu uma cabeçada num armário e ficou logo a deitar molho.

O melhor ficou para a noite: Jantar com Fadunchos.
Fomos, eu pela primeira vez, a uma casa de fados - Parreirinha de Alfama, de Argentina Santos, mesmo perto de onde o meu pai trabalhava quando era mais novo.
Aqui, ouvimos uns fados e comemos bem: Açordas de Marisco gigantes e um peixe estranho. As Coca-Colas eram um pouco diferentes: tinham forma de garrafa, mas eram de lata, nunca tinha visto. Apenas o pão deixava um pouco a desejar... mas eu estou habituada é ao pão alentejano.




Os fadunchos foram giros... não posso dizer se bom ou mau, mas... muito giro. O outro senhor, da guitarra portuguesa, cheirava a mofo, mas até tocava bem.



Vê-se logo quem é que canta melhor aqui!

2 comentários:

Anônimo disse...

Faltou o grande êxito "Mãezinha, minha Mãe... plim, plim, plim, plim".

roanita disse...

não é plim, plim, plim, plim.

é: tão, tão, tim, tim.